Acho que nunca estive tão sozinho. E é exatamente daquele modo clichê de sempre: "Rodeado por uma multidão e sentindo falta de uma pessoa." Não exatamente uma, mas de algumas. Solidão antes era temporária, aqui parece ser permanente. Sem mãe, sem tia, sem irmão, sem primo e sem violão. É, preciso comprar um violão o quanto antes.
Queria que a distância física fosse o menor dos meus problemas, aprendi muito em relação a isso nos últimos dois anos. Há pessoas que ultrapassam qualquer distância possível, seja nos EUA ou Japão, elas estão sempre próximas de você. Elas procuram sempre estar. Sem motivo outras se afastam e você não pode fazer nada, nem esperar, você já faz isso a todo momento.
Já sou um escravo do tempo. E eu pensando que isso era coisa de empresários importantes, chefes de família, cirurgiões renomados etc. De segunda a sábado tenho hora marcada até pra respirar, mas Domingo é outra coisa. O termo "endomingado" nunca teve um significado tão bonito pra mim, é com certeza o dia mais foda da semana! "Mas e o sábado a noite?" Sábado a noite pra mim é Domingo, então foda-se. Correr no bosque, preparar o almoço (nossa! fadinha), ir ao cinema e por fim ir a algum pub ouvir um bom som e beber com os amigos. Oh yeah! Mas segunda vem Chronos com sua chibata e eu volto à rotina. Meu Bulova se tornou algemas. Insônia? Morro às 22:00 e ressuscito às 06:00, like a baby.
Saudade desse quadrinho, agora sim clico no Publicar.
Voce vai ter ao menos um domingo pra mim quando eu voltar? <3
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